Cicloturismo & Aventura

ver o mundo de mais perto …

casabHavia que recuperar do atraso do dia anterior e feitas as contas deveria fazer, por dia, em média, cerca de 125 quilómetros para completar os 1000 quilómetros a que me havia proposto fazer na ligação de Lisboa a Casablanca. Por isso arranquei de manhã cedo, ainda não eram oito horas da manhã, para uma longa jornada. Só pararia mesmo quando o sol se pusesse e no centro de Alcácer do Sal lá me indicaram que o melhor mesmo era seguir para Beja mas na direcção do Torrão e não de Grândola, como a menina da recepção me tinha explicado. E segui viagem admirando o silêncio que se fazia sentir naquela rua de suaves colinas que ia fazendo sem custo de maior. Cheguei a Beja a tempo do almoço e acabei por comprar a máquina fotográfica, depois de perceber que uma nova lente para a minha Canon estava fora de questão, pelo seu elevado preço e rapidamente voltei à estrada em direcção a Serpa. Parei numa estação de serviço às portas da terra que viu nascer Nicolau Breyner, com um calor insuportável. Pedi uma garrafa de litro e meio de água fresca enquanto entrava uma  senhora manifestamente incomodada pelo calor.

Leia a epopeia deste português aqui

Posted by HCardoso On Agosto - 29 - 2009 Destaque Viagens

extraHoje vou analisar o atrelado Extrawheel, desenvolvido na Polónia por 2 irmãos amantes do cicloturismo de aventura.

Existem 2 tipos de Extrawheel: o Classic e o Voyager. Ambos têm por base uma roda, do mesmo tamanho das usadas na sua bike, e um “garfo” que vai ligar o atrelado ao eixo traseiro da roda, préviamente substituído por um eixo-rápido fornecido.

O Classic dispões de 2 redes laterais onde se podem acomodar 2 sacos tipo marinheiro ou qualquer tipo de carga.

O Voyager dispõe de 2 alforges, sendo o resto do sistema semelhante, como já referi.

Nesta análise vou-me focar no Voyager. Fiz 2 viagens: a primeira de teste entre Lisboa-Sagres-Lagos. Nessa viagem pude constactar que o atrelado é imperceptivel quando o peso vai devidamente distribuído pelos alforges de ambos os lados. Muitas vezes tinha de olhar para trás para ver se o atraleado ainda “lá” estava.
No entanto há a constactar os seguintes contras:
- Torna-se difícil “estacionar” a bike
- Nas descidas, a mais de 30km/h o atrelado tem tendência a “baloiçar” e a desengatar-se do eixo traseiro
- O Guarda-lamas fornecido é demasiado estreito para a roda fornecida
- Se desengatarmos o atrelado da bike, ele não tem sustentação, não se mantebndo em pé, cai, o que torna dificil manusear o equipamento que se encontra nos alforges
- Falta “uma pega” para se pegar no atrelado, se desejarmos fazer uma manobra ou simplesmente levantá-lo para uma carruagem de combóio.

Depois de ter contactado a Extrawheel e colocado exactamente estas questões, responderam que:
- O guarda-lamas ía ser substituído por um mais largo e quanto aos outros items não estavam a pensar melhorar.

Uma vez que já tinha verificado os “erros” decidi, em colaboração com um amigo, fazer umas alterações, a saber:
- Uma grelha de transporte com as devidas “pegas” para se pegar no atrelado
- Um sistema de suportes para manter o atrelado “em pé” quando desencaixado da bike
- Não consegui um descanço duplo para a bike pelo que tive de  me preocupar sempre com o estacionamento dela.

Fotografia1084

Come este Extrawheel+ (como eu lhe chamo) fiz Salzburgo (Áustria) – Mar Negro (Bulgária) e devo dizer que estou muito satisfeito pela prestação, embora o sistema de apoio possa, e deva ser melhorado.

eslov

Ainda não experimentei o Extrawheel+ com a trike KMX Cobra qe entretanto comprei, mas numa proxima saída vou ver como se comporta.

Posted by HCardoso On Agosto - 29 - 2009 Acessórios

kat1996. A história começa com um erro de cálculo. João Lourenço pedalava desde os Pirenéus rumo a Santiago de Compostela, quando ficou sem dinheiro. Viu-se forçado a parar durante uns dias até que um viajante o ajudou. Foram apenas 25 mil pesetas, mas garantiram-lhe a viagem de comboio até casa, em Ponte de Sor. À chegada, cumpriu o prometido: enviou o dinheiro para a morada que o espanhol lhe dera. E não o voltou a ver. Dois anos depois, quando cruzava as planícies ventosas da Patagónia chilena, um ciclista surge no horizonte de uma recta sem fim. “Yo te conozco”, disse-lhe quando finalmente se encontraram. “Era Agustin!”

As histórias de quem parte à aventura de bicicleta estão recheadas de encontros improváveis. Embora não sejam muitos, em Portugal há quem se despeça do emprego para correr o mundo a pedais durante longas temporadas. Foi o caso deste designer gráfico de profissão, que em 2006 pediu uma licença sem vencimento para rumar a Katmandu, no Nepal, numa viagem em que pedalou mais de sete mil quilómetros.

Siga o relato da viagem aqui

Posted by admin On Agosto - 28 - 2009 Destaque Viagens

leitaoChama-se João Leitão - É de Lisboa, cidade que adora, mas também andou alguns anos pelas zonas de Portimão, Serra de Monchique, Praia da Rocha, e mais tarde pelos Alentejos mais própriamente em Évora onde estudou na Universidade. Gosta muito de viajar e de experienciar o mundo como ele é, e adaptar, juntando um outro gosto que é o de aprender idiomas.

Algumas incursões no Norte de África, muito da Espanha e largamente o território português com a sua família antes dos 15 anos fizeram com que o gosto pela viagem ficasse bem entranhado e desde aí tem canalizado todas as suas economias para viajar.

Entre muitos dos seus gostos pessoais e para o conhecerem um pouco mais, “…bem, gosto de movimento, gosto de toque, gosto de boa comida (sou vegetariano desde 1995), gosto de boa companhia, gosto de beijar e ser beijado,  gosto de pintar, fotografar, gosto de papas de aveia, acender incensos, gosto de perfumes puros. Bem…já chega.”

Leiam sobre as viagens do João aqui

Posted by admin On Agosto - 28 - 2009 Destaque Viagens

joaoPara Nuno Brilhante Pedrosa, um português de Leiria, ”O meu sonho levar-me-à aos maiores extremos fisìcos, humanos e geogràficos que o nosso planeta tem para oferecer. Da expansiva natureza selvagem e beleza natural do norte do Canadà, dos Andes e da Patagònia aos povoados e em crescimento centros de população humana como Los Angeles e a cidade do Panamà.

A motivação para esta viagem é um reflexo da grande ambição da minha vida em explorar novos lugares, de fazer contactos enriquecedores com outros povos e culturas, e testar os limites da minha determinação fisìca e mental.

Viajar de bicicleta é a forma mais ecològica de transporte que te permite a possibilidade de viajar em silêncio e sem uma janela a separar-te do paìs em que estás a viajar; usando a minha pròpria força natural permitindo todos os sentidos fazerem parte da experiência de viagem.”

leia mais aqui

Posted by admin On Agosto - 28 - 2009 Destaque Viagens

Newsletter

VIDEO

TAG CLOUD